quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Amor nos olhos



Minh’alma afligiu enquanto aqueles olhinhos cintilando me olhavam fixamente pedindo socorro. Olhinhos estes que diziam estar sofrendo e em sons plangentes nos pedia misericórdia. Friccionando mansamente sua cabeça em nossos braços ela se sentiu asilada.
Sua afeição rogava por “não me abandone.” Aqueles olhinhos nos silenciou, nos causou angustia,  mas nos  fez sentir e mostrou o verdadeiro amor incondicionalmente a um ser.
Em silêncio a envolvemos em nossos abraços, a dor que ela sentia naquele momento foi aparentemente contida, e pelas caricias em gesto de amor transmitimos segurança, acalmando-a, dizendo apenas com o sentir "NÓS NÃO VAMOS TE ABANDONAR". Ela é tão dependente, única e indispensável que moeda nenhuma remunera a alegria que ela nos proporciona a cada gesto de carinho para conosco.


O que nos falta são palavras e não amor!

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